AgoraNotícias da sua cidade e da sua região!26 SET DE 2026
Coluna

Fora da Caixa

Luciano Gomes do Couto é engenheiro eletricista, empreendedor e mentor de profissionais técnicos. Escreve semanalmente a coluna Fora da Caixa.

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Cidades

O acordo silencioso que está matando o comércio de Campos

E o curioso é que, ao mesmo tempo em que esse número persiste, eu ando conversando com motoboys e motoristas de aplicativo pela cidade, e uma coisa se repete. Muitos deles, depois de descontar gasolina, manutenção e as horas de trabalho, fecham o mês com R$ 3 mil, R$ 4 mil, às vezes R$ 5 mil líquidos no bolso.

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Série 'Ponto de Virada': faltam quatro meses. O que você ainda não começou?
Geral

Série 'Ponto de Virada': faltam quatro meses. O que você ainda não começou?

Começa hoje, aqui no Regionaliza, em nossa coluna, uma nova proposta : Ponto de Virada. A proposta é simples de explicar e difícil de praticar — falar, toda semana, sobre a mudança que depende só de você. Não vamos discutir aqui o que a prefeitura deveria fazer, o que o próximo governo promete ou quem merece seu voto em outubro. Isso tem espaço de sobra no noticiário e em outras colunas, inclusive nas que já escrevo

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Imagem mostra motoboy na correria em rua movimentada.
Cidades

Campos perdeu a briga pelo trabalhador — e o motoboy é a prova

Na estreia desta coluna eu mostrei que o campista trabalha, sim — só que fora do sistema formal. Hoje eu quero ir um passo além e fazer uma pergunta que incomoda muito empresário daqui: por que tanta gente boa, capaz, que já passou por comércio e indústria, prefere pegar a moto e trabalhar pra aplicativo?

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Imagem mostra Calçadão de Campos, no Centro da cidade, movimentado.
Cidades

O campista não quer mesmo trabalhar? Os números dizem outra coisa

O IBGE fechou, no fim de 2025, o retrato mais completo já feito sobre trabalho de aplicativo no país. O número que interessa é este: quem entrega comida ou gente pelo Brasil ganha em média R$ 2.340 por mês, numa jornada de quase 45 horas semanais. Divide por hora e dá pouco menos de R$ 14. O empregado com carteira assinada, no Brasil inteiro, ganha praticamente o mesmo por hora trabalhada.

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